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-manual: biologia 10/11
- internet: google.com
sapo.pt

Atendendo aos dados da figura1 responde ás seguintes questões:
1-O que representam as setas azul e vermelha, em movimento ao longo da planta?
2-Descreva o percurso efectuado pela água no interior da planta.
3- O que representa o símbolo ***** ?
4- Que tipos de tecidos de transporte estão indicados na figura?
5- Que tipo de seiva circula em cada um desses tecidos de transporte?
6- Como classifica a planta quanto á presença ou ausência de tecidos condutores?
Sistema Aberto
Quando comparamos sistemas circulatórios constatamos que existe um padrão comum.
- um órgão propulsor que impulsiona o fluido circulante a todo o corpo;
- um sistema de vasos que encaminha o fluido circulante para as diversas direcções.
Muitos invertebrados como os artrópodes e certos moluscos apresentam um sistema circulatório onde o fluido circulante - hemolinfa- nem sempre se encontra dentro de vasos, saindo por vezes para espaços/cavidades chamadas lacunas - vaso dorsal com uma zona contráctil.

Sistema Fechado
A evolução, foi ao longo do tempo, acrescentando aos sistemas mais simples:
- um sistema arterial que distribui o sangue a todo o corpo e funciona como um reservatório de pressão;
- capilares que permitem as trocas de materiais entre o fluido circulante e os tecidos;
- um sistema venoso que traz o sangue de volta oa coração e que funciona como reservatório de volume de sangue.
Este tipo de sistemas é considerado sistema circulatório fechado. O sangue circula sempre dentro de vasos e as trocas decorrem através das respectivas paredes.

No caso da minhoca, existem dois vasos principais, um dorsal que funciona como um coração (impulsiona o sangue por ondas de contracção) e outro ventral, ligados por vasos laterais que ramificam formando redes de capilares onde ocorrem trocas de substâncias com fluido intersticial. Existem, na parte anterior da minhoca,
Nas espécies de vertebrados o sistema circulatório é fechado, o sangue é impulsionado pelo coração através de um sistema de vasos sanguíneos.
Os animais das diferentes classes de Vertebrados apresentam uma constituição no número de aurículas e ventrículos variável, assim como o número de vasos ligados directamente ao coração. Independentemente das diferenças, em todos eles, o sangue que circula em veias, chega às aurículas, passa para os ventrículos e sai do coração para todo os órgãos circulando por artérias.



· Minhoca:
As minhocas são animais anelídeos da classe Oligochaeta, ordem Haplotaxida, distribuídas pelos solos húmidos de todo o mundo, algumas de apenas centímetros e outras com um a dois metros de comprimento, caso da minhocuçu.
A minhoca com o longo do tempo foi desenvolvendo um sistema circulatório especializado ao seu organismo e às características do meio ambiente que a rodeia. Esse sistema circulatório chama-se sistema circulatório fechado.
O sistema circulatório fechado da minhoca contêm:
Este tipo de sistema circulatório chama-se fechado porque o sangue circula sempre dentro de vasos e as trocas decorrem através das respectivas paredes.
As plantas, enquanto seres pluricelulares complexos, necessitam de transportar substâncias minerais às folhas, para garantir até ás folhas a síntese de compostos orgânicos que aí ocorre. De seguida, esses compostos encaminhar-se-ão para certos órgãos das plantas para futuramente realizarem a fotossíntese.
As plantas mais evoluídas, desde os tempos iniciais até aos nossos dias, designam-se por plantas vasculares, em que a distribuição de substâncias ocorre devido á existência de sistemas de transporte, localizados nos diferentes órgãos das plantas e tendo necessidade de ambientes húmidos. Algo em questão, mas ainda não aprovado, é se existe alguma relação com as plantas avasculares, ou seja, plantas que não possuem estruturas especializadas no sistema de transporte.
Estas plantas mais evoluídas, possuem sistemas de transporte especializados e a água e sais minerais utilizados pelas plantas na síntese de matéria orgânica, entram nestas por absorção da raiz.

Fluxo de Massa
· Subida lenta.
· Não atinge alturas muito elevadas
· As coníferas não apresentam pressão radicular, pelo que este modelo não tem validade geral.
Tensão-Coesão-Adesão
É de notar que este sistema, embora eficaz, possui algumas “falhas”:
Mais de 90% da água absorvida do solo é perdida por transpiração essencialmente foliar, sendo a grande parte da transpiração realizada de dia.
Assim, durante o dia, devido às elevadas taxas de transpiração, cria-se um défice de água no mesófilo foliar (parênquima clorofilino).
Durante a noite, a transpiração é mínima, e a absorção radicular de água é máxima.
Assim, segundo esta hipótese:
Assim, devido a estas três forças básicas, é estabelecida uma corrente contínua de água no xilema, entre as raízes e as folhas denominada Corrente de Transpiração.
Esta hipótese postula que existe uma pressão formada na raiz (pressão radicular) que impele a seiva bruta para cima.
A acumulação de iões nas células radiculares (por transporte ativo), faz com que a concentração de solutos aumente pelo que a água entra na raiz por osmose.
A acumulação de água na raiz provoca então uma pressão radicular(pressão positiva da raiz) que força a água a subir.
Dois fenómenos apoiam esta teoria/ Evidências:
- Exsudação – subida contínua da água, mesmo cortando ou podando as suas extremidades.
- Gutação – Liberação de água sob a forma de gotículas pelas folhas através de hidátodos ou estomas aquíferos. Este fenómeno ocorre geralmente de manhã, já que a maior absorção de água ocorre durante a noite.
Esta hipótese baseia-se na existência de um gradiente de concentração de sacarose entre os órgãos produtores e os órgãos consumidores ou de armazenamento.

Em botânica, o floema é o tecido das plantas vasculares encarregado de levar a seiva elaborada pelo caule até à raiz e aos órgãos de reserva.
A seiva elaborada, que é uma solução aquosa de substâncias orgânicas, é transportada através do floema desde os órgãos da planta com capacidade fotossintética até aos outros órgãos que funcionam como consumidores dessas substâncias. Ocorre em quase todas as partes da planta: caule, raiz, folha, partes florais etc.
As células crivosas são células vivas (quase sem organelos), colocadas topo a topo, formando os tubos crivosos. As suas paredes celulares transversais denominam-se placas crivosas.
Células de companhia ou células companheiras são células vivas que se encontram associadas aos tubos crivosos. Possuem organelos e diversas mitocôndrias que fornecem ATP às células crivosas para o transporte activo de fotossintatos (produtos da fotossíntese).
As células do parênquima liberino exercem funções de reserva.
As fibras liberinas são as únicas células mortas do floema e exercem funções de suporte.

Xilema é um tecido condutor das plantas vasculares por onde circula a água e os sais minerais –seiva bruta desde a raiz até ás folhas. Nas árvores, o xilema secundário é o constituinte da madeira ou lenho.
O xilema possui quatro tipos celulares:
Tal como os traqueídos, também são células mortas lenhificadas. As células dispõem-se topo a topo, e as paredes celulares transversais desaparecem, formando-se vasos xilémicos. Também nos elementos vaso existem poros, que correspondem a zonas de permeabilidade, em que pode ocorrer passagem lateral da seiva bruta.
As células do parênquima lenhoso são as únicas células vivas do tecido xilémico, e exercem funções de reserva.
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